A primeira vez que ouvi falar do "papai do céu" foi por volta dos meus quatro anos. Pelo menos é a primeira lembrança que guardo. Foi a mãe de uma vizinha quem destacou esta existência, com essas palavras.
Não sei qual a primeira vez que orei, mas minha avó orava comigo e meu irmão quase todas as noites. Pedia para que os anjos nos protegessem, orava o Pai-Nosso e então dormíamos. Peguei o hábito pela oração rapidamente. Orava antes de dormir e quando os dias estavam violentos demais. Orei muitas vezes pedindo para que o papai do céu me levasse de volta para o céu. Em prantos, de joelhos, a partir dos meus seis anos, pedia para que Deus me tirasse da Terra. Nunca voltei, este pedido nunca foi atendido, mas não foi isso que abalou a minha fé.
Em 2015, aos meus quinze anos, no ensino médio, comecei a estudar de forma aprofundada o universo. As estrelas, a velocidade da luz, o tempo e espaço se tornaram uma obsessão. Via toda a harmonia do cosmos e tinha certeza da atuação divina em toda a matéria. Me aprofundar na ciência física me aproximou de Deus. Fortaleceu em mim o fato de que o universo é inteligente e que é lógica a existência deste Ser Supremo.
Da curiosidade pelo universo, em 2016, dos atros, passei a ter uma obsessão pelo cérebro humano, seu comportamento e o espírito, a alma. Queria entender o que seria esta alma, a consciência. Pedi de aniversário o livro Princípios de Neurociência e as leituras começaram no mesmo dia. Dediquei muito tempo ao longo desse ano buscando compreender os mistérios que permeiam nossa mente. Concluí então o seguinte: não existe isso de alma ou espírito, e se não existem essas coisas, Deus também não existe e tudo não passa de matéria auto-organizada pelo acaso.
Em 2017 prestei para um curso de bacharelado em física, minha intenção era me tornar neurocientista, formalizar minhas pesquisas e entregar para a humanidade as respostas para o maior mistério de todos: o que faz a gente ser a gente. Entrei aos dezoito anos na faculdade de física, continuei me maravilhando com as Leis, com o funcionamento das Forças, desenvolvi tremenda curiosidade por partículas elementares e a expansão do universo, desde os seus primórdios até os dias atuais. O ateísmo continuou forte no coração, mas o deslumbramento pela Criação nunca me abandonou. Tinha certeza, até o mais medíocre dos seres inanimados carrega uma potencialidade única.
Em junho de 2019, no meu terceiro semestre da graduação, tentei me matar e precisei voltar para São Paulo para desacelerar a minha vida e me cuidar. Em julho de 2019 foi quando me veio a primeira faísca a respeito de fé e a possível possibilidade de que Deus talvez fosse real. Mas antes de entender Deus me vi precisando compreender: o que é fé?
A resposta para essa pergunta eu só fui ter de verdade em 2023. Muitos anos depois. E só em 2024 que eu aceitei: Deus existe mesmo. A partir de então, uma nova temporada na minha vida se inicia.
Ter aceitado a existência de Deus me fez começar a questionar algumas coisas. Aprofundei meus estudos na bíblia tentando encontrar respostas, escutei com atenção o que Jesus Cristo testemunhou e relatou, passei a orar quase todos os dias o Pai-Nosso e fui buscando maior contato com o plano espiritual. Nesse contato, entendi que somos Luz, Palavra e que o Maligno existe (acreditando ser tão poderoso quanto Deus). Nesse contato, entendi que sou uma reencarnação, não é minha primeira vida e nem a minha vida principal. Entendi que Deus me ama, me protege, mas que não queria que eu tivesse vindo parar aqui neste plano. Entendi que Deus nunca vai me deixar faltar nada, mas que preciso também fazer a minha parte e caminhar. Entendi que a fé e Deus não encontram espaço para se manifestar no coração das pessoas, que o Dinheiro destrói tudo que toca e que o concreto nos rouba a conexão real com a Criação.
Ter aceitado a existência de Deus me fez pensar em qual meu propósito. Se estou aqui e não é por acaso, estou aqui então para o quê? Qual o propósito da minha vida? O que Eu esperou de mim ao decidir vir para este plano?
Não penso que vim aqui pregar a palavra de Jesus, nem evangelizar ou falar de Deus. Sinto que vim aqui falar de Amor. Sinto que vim aqui agir por amor. Não sinto que vim aqui ser escritor, mas ouvir as pessoas, compreender e observar o mundo. Sinto que vim aqui para testemunhar e compartilhar diretamente com Deus as minhas impressões a respeito da realidade e crueldade humana. Mas também testemunhar e compartilhar a bondade. Sinto que vim aqui para procurar pessoas de fé, ver se Deus está no imaginário das pessoas, se as pessoas conseguem se conectar ainda com o mundo espiritual e viver a vida com justiça.
Devo dizer, encontrei pessoas de fé. Encontrei pessoas justas. E encontrei muita gente incrível completamente distante de Deus. O que não é exatamente o problema, mesmo sendo um problema. Não porque Deus quer que você reconheça a existência dele, mas ele sabe que ao reconhecer que Deus existe isso nos ajuda a guiar melhor as nossas ações, a nos revoltar com sabedoria frente ao injusto, a buscar paciência, a humana perfeição e - principalmente - o amor.
Deus não quer um cego rebanho que segue apenas por seguir. Deus quer seres pensantes. Deus não quer súditos burros e estúpidos, mas servos inteligentes e perspicazes. Deus não quer ouvir suas grandes orações e cânticos vazios, mas quer ouvir o que vem bem de dentro do seu coração. Deus tentou de muitos jeitos trazer a paz para o mundo. Mas o ser humano não consegue, simplesmente não consegue ouvir e compreender.
Nos individualizamos a ponto de acreditar de fato que somos independentes do mundo, mesmo que a gente tenha nascido grudado a um outro corpo. Fomos gestados. Todos nós. Saímos do embrião para a infância, da infância para a adolescência e da adolescência para a Iluminação (ou maturidade). No fim dos meus vinte e quatro anos, no começo de novembro de 2024, me torno mais maduro, apesar de ainda imperfeito e jovem.
Não prevejo o futuro e nem quero. Não controlo as pessoas, o clima, o tempo de brotar das árvores. Mas sei que Deus é capaz de tudo isso. Se assumo que Deus existe, assumo que tudo é possível e nada é fantasioso demais. Mas não é por tudo ser possível que tudo acontecerá de fato. Pelo contrário, se Deus é o todo-poderoso, mais sábio dentre os seres, ele sabe quais os limites da sua atuação, onde convém ou não sua aparição.
Se assumo que Deus existe, que minha existência não é por acaso, que ele consegue dimensionar o futuro, operar milagres e que todo o terreno deste planeta (e universo) é passível de ser controlado por Deus, começo a concluir mais algumas coisas a respeito de Deus, fé, propósito de vida e a própria espiritualidade.
Falemos do mundo espiritual. Deus não atua sozinho no mundo espiritual. Se criou os humanos e todos os seres animados e inanimados nesta dimensão, certamente também criou seres animados e inanimados nas outras dimensões. Criou inclusive as entidades que escolheram se curvar perante o Maligno. Não escolheu a maldade para sua criação, mas foi sua criação quem escolheu a maldade para si. E a gente alimenta essa maldade, perduramos o ciclo de violência. Eu gostaria de tentar barrar esse ciclo de violência. Mas o que posso fazer?
Quando voltei para São Paulo, em 2019, comecei a trabalhar e até o começo de 2022 eu fiquei trabalhando. Em 2022 me dediquei aos estudos para o vestibular, em 2023 passei para Letras e no segundo semestre de 2024 eu tranquei o curso para prestar agora para Filosofia.
O que posso fazer? Sendo escritor, pensei que Letras me formaria para ser o melhor dentro do meu possível. Mas então percebi que é me aprofundando na Filosofia de outras mentes que posso ser o melhor pensador, o melhor codificador da linguagem e, consequentemente, o melhor escritor. Percebi que ainda quero entregar para a humanidade todas as respostas a respeito de seus maiores mistérios. Percebi que vou fazer isso ao me desenvolver humanamente dentro da graduação de Filosofia. Então, aceitei: estou aqui para ser escritor a pedido de Deus, mas não foi por isso que escolhi vir para cá.
Deus me disse que me foi dada opções. Posso encarnar na Terra ou não. Eu escolhi vir para cá sabendo de todas as coisas ruins. Será que escolhi isso para tentar mudar esse ruim? Será que escolhi viver aqui para sentir na pele a humanidade em si? Será que escolhi viver aqui para vir atrás do Maligno, o olhar nos olhos e dizer: venha para a Luz, tem espaço aqui para você! Sinto que escolhi vir aqui por amor, mas amor a quem? Amor por amor?
Deus me fala que sou sagrado. Se eu sou sagrado então devo agir como tal, assumir nas minhas ações o sagrado que sou. Se escrevo este texto, se fumo um tabaco, escuto uma música, lavo uma louça, arrumo minha casa, converso, abraço, amo, dou comida para os gatos, passeio, me alimento, tomo banho, se sou sagrado e faço tudo isso, tudo o que faço há de ter um teor de sagrado também. Por isso devo me resguardar, fazer com atenção as decisões a respeito do que escolho. As pessoas que passo tempo, os lugares que frequento, a frequência com que bebo, até os produtos que compro, tudo deve ser feito tendo em mente sempre: sou sagrado.
Aceitar que Deus existe, que sou seu filho, que sou sagrado, que o plano espiritual é real e tão complexo quanto este mundo de fome, fartura, alegria e tristeza, é árduo. Árduo porque conflituoso. Deus, fé, propósito de vida e espiritualidade neste mundo capitalista não tem espaço para existir nas nossas mentes doutrinadas pelo desejo de Homens que servem ao Maligno. Porque é isto: o Maligno tem essa intenção, a de nos afastar da Verdade, do Caminho e da Vida.
Pensando, talvez a minha motivação para escolher reencarnar aqui neste plano seja justamente ser a voz que fala contra o Maligno. Deus talvez não quisesse isso porque sabe o quanto o Maligno pode ser destruidor e permeia tudo, rádio, jornal, revista e outdoor. Mas não tenho medo do Maligno. Não mais pelo menos. Entendo agora.
Entendo que Deus está ao meu lado e que, mesmo num mundo quebrado e diluído no líquido da ganância, inveja e ódio, Eu ainda fui capaz de despertar e me conectar com o que o Maligno busca nos afastar.
Sou o testemunho de que, sim, Deus existe. Sou o testemunho de que, sim, Cristo encarnou na Terra com o propósito de falar sobre a vontade de Deus e que sofreu muito para isto. O preço que Cristo pagou para falar a verdade com a sua vida terrestre foi com seu sangue, fez o sacrifício de trazer para o mundo doente um pouco de cura.
Posso afirmar, sem arrogância alguma, eu sei o que é preciso para que a gente possa viver num lugar melhor. Eu sei como acabar com as guerras, como curar as feridas, como recompor a harmonia neste cosmo terrestre. Encarnei como Terra no planeta Terra e não foi atoa. Meu vulgo, Terra Pessoa, não é atoa. Me foi o nome dado, mas antes de chegar até mim o nome, eu escolhi ele em outro plano. Assim como escolhi nascer com uma vagina, mas não para ser mulher, mas para ser um homem trans. Vim aqui para legitimar as vida marginalizadas, para legitimar a Palavra, para legitimar as injustiças, para legitimar a existência de Deus, mesmo que poucas pessoas sintam a verdadeira presença e realidade de quem e o que é Deus, nosso Pai.
Demorei para acertar dentro de mim que eu sou uma reencarnação, que eu sou um ser sagrado, mas é isso que sou: sagrado. Essa é a verdade: não sou daqui. Essa é a verdade: não vivo minha primeira vida. Essa é a verdade: escolhi estar aqui, mesmo que Deus tenha dito que era melhor não. Escolhi estar aqui e minha vida aqui não é castigo, não é penitência. Minha vida aqui foi uma escolha.
Escolhi vir para o mundo contaminado, onde Homens estragaram tudo, contaminaram tudo e fizeram o que antes era perfeito, puro e bonito, completa perdição.
A utopia hoje é voltar ao início, onde as frutas eram de fácil acesso, onde a terra era coletiva, onde os rios eram limpos e o céu não pesava com fumaça.
Cada experiência humana é individual, cada mente humana é uma mente única em desenvolvimento. Tudo individualmente é uma experiência, mas é uma experiência que se dá no coletivo. Não vivemos isolados no mundo, mesmo que a doutrinação capitalista nos diga o contrário e tenha forjado um sistema que nos obriga a conquistar tudo sozinho: teto, água, comida, saúde. Não há espaço para o coletivo no capitalismo, e o coletivo é a vontade de Deus.
Deus é contra o capitalismo, Deus é contra o Dinheiro, é contra a ideia de empresas, grandes fábricas poluentes. Deus é contra a ira e a violência. É contra o julgamento, é contra a dor. Deus é contra a maldade e toda vez que Deus fez o que nos pareceu maldade, na verdade Deus estava apenas sendo justo. E ainda assim, aplicou sua justiça com muita dor no coração, assim como sofreu quando viu Cristo sofrendo na cruz.
Deus não gosta de saber que crianças estão passando por desnutrição, não gosta de saber que idosos estão na rua pedindo por esmola, não gosta de ver as bombas destruindo lares e destroçando pessoas, arrancando delas braços, pernas e toda a sua dignidade.
Deus não abandona, mas nós somos capazes de abandonar Deus. A gente é tão capaz de abandonar Deus que a própria manifestação desse mundo é a prova disso. O livre-arbítrio é muito real, muito poderoso. Tão poderoso que faz o Homem e seus seguidores acreditarem que são eles o próprio Deus. Tão poderoso que faz a gente acreditar que o Homem pode fazer o que quiser sem consequências, seja machucar o outro, seja ignorar a dor do outro, seja viver uma vida sem Deus, fé, propósito de vida e negando a possibilidade de um plano espiritual.
Eu escolhi estar aqui, escolho escrever estas palavras, escolho publicar este texto para tentar alcançar algumas mentes, corações e espíritos, mesmo que não alcance ninguém.
Uma vez que reconheço Deus, a fé, o propósito de vida e o mundo espiritual, a ideia de rancor, de vingança, de olhar para o outro como um inimigo, tudo isso se desfaz. Uma vez que reconheço os mandamentos de amor e respeito, só cabe a mim também Ser em amor e em respeito. O que é difícil, pois significa que não posso me entregar para a raiva que meu corpo humano sente, não posso guardar ressentimentos a respeito de traições e nem alimentar quaisquer sentimentos, emoções e ações que sejam menor que a minha fé.
Reconhecer que sou sagrado e reconhecer a fé me faz pensar que não posso me diminuir ao humano, mesmo que eu deva, sim, Ser por humanidades.
Nada no mundo importa de fato, nem a minha própria sagrada existência, tudo é pequeno demais perto da Verdade. Mas se for para apontar possíveis coisas importantes, o que deveria importar são as pessoas não passarem frio, poderem encontrar alimentos com facilidade, beberem água limpa e viverem com saúde. O que importa é: mesmo que as pessoas não compreendam nada do que eu fale, é importante que eu fale ainda assim. Que escute quem tem ouvidos para escutar. Que sejam plantadas as sementes da Palavra nos corações cujo solo é capaz de receber.
Eu sou filho de Deus e tudo na minha existência prova isso. Deus não queria que eu voltasse, mas estou aqui para cumprir uma profecia. Enquanto eu viver, o mundo não acaba, mas quando eu morrer, se eu não tiver conseguido cumprir o que eu mesmo me propus fazer ao escolher reencarnar, voltarei em outra forma, na minha última forma, e então sombras e trevas permearão o mundo.
Eu sou filho de Deus, todas as pessoas em carne são minhas irmãs em espírito. O mundo não começa e nem termina em mim. Eu escolhi estar aqui, escolhi voltar. Escolho compartilhar estas verdades com quem for ler e, mesmo que não acreditem, não importa, não me importa, pois eu sei o que Sou.
É conflituoso ser tão falho e reconhecer que sou sagrado. É conflituoso viver num sistema capitalista, que nos afasta da essência do sagrado. É desgastante? Sim, por isso preciso me preservar. Por isso precisamos nos cuidar e andar com atenção.
Deus tentou de todos os jeitos possíveis trazer a paz para o mundo. Permitiu que seu filho viesse ao mundo, mesmo que contra essa ação. Por que eu voltaria? Por que eu escolheria estar aqui? Para ser um doido que afirma tudo o que afirma? Para existir e cometer heresias afirmando absurdos mesmo sendo um mero corpo humano que um dia pode perecer?
Deus tentou de todos os jeitos possíveis se comunicar com a humanidade. Trazer seu filho ao mundo foi último recurso, está sendo o último recurso. O mundo pode acabar, vai acabar, mas ainda não. Reencarnei, decidi isso, para evitar que a humanidade fosse extinta rapidamente.
Enquanto eu vivo, Deus não vai acabar com o mundo. Enquanto eu estou vivendo, Deus não vai fazer a terra pegar fogo e deixar toda a sua ira desaguar entre este grande terreno. Não enquanto ainda estou aqui. Mas e quando eu me for? Quando eu me for, aí Deus se sentirá livre para fazer o que quiser. E Deus vai ouvir meus testemunhos. E eu espero que meu testemunho a respeito do mundo seja um testemunho de amor. Seja um testemunho de esperança, algo que toque profundamente o espírito de Deus e o faça ver que, sim, não há porque acabar com esta realidade, melhor é poupar.
Deus não queria que eu viesse, a fé e a espiritualidade me mostra isso, mas eu pedi para vir para este planeta, pedi para compartilhar a Palavra, pedi para dar à humanidade mais uma chance de despertar. Me foi dado opções: voltar ou não. Eu escolhi voltar. Será que num ato de rebeldia? Se meu Pai não foi a favor, provavelmente, sim, foi num ato de rebeldia. E isso me faz sentir uma culpa, mas eu sei da misericórdia do meu Pai. É por isso que estou aqui. É por isso que escolhi vir em corpo humano para cá.
Não precisaria nada existir, ainda assim, tudo existe. E o que fazemos com esse tudo que está existindo? O estamos destruindo. O destruímos por conta do Dinheiro, por conta do capitalismo, por conta de ambição, ganância e inveja. E por quê? Por que aceitamos isso? Porque a humanidade está distante de Deus, da fé, do seu propósito de vida e desconectada do plano espiritual.
Eu poderia ter escolhido não voltar, mas eu escolhi voltar. Espero que minha volta não seja em vão e que está tentativa seja um acerto, mesmo que ninguém entenda o que Eu entendo, mesmo que eu seja o único corpo com a consciência que tenho, tenho fé. Tenho fé.
Tenho fé que não sou o único desperto, tenho fé que há pessoas por aí que compartilham comigo estas verdades, mesmo que elas não tenham fé em Deus, são capazes de reconhecer o Maligno. Tenho fé que no coletivo tudo vá se ajeitar. Tenho fé que a partir do amor tudo pode transformar. Tenho fé. E a fé move montanhas. Torço para que mova pessoas também. Torço para que te mova também. Vamos juntes nessa.
Para finalizar, repito o que já foi proferido: quem tem ouvidos para ouvir, ouça! E complemento: se há dentro de si fé, a escute, porque o que faz a gente ser a gente é justamente este potencial.